Na hora de encontrar solução para a alopecia, podem surgir muitas dúvidas. Uma delas prende-se com o tempo de vida do transplante capilar, que já sabemos ser a única alternativa para recuperar o cabelo perdido. Será que o cabelo transplantado volta a cair? Será que vou precisar de novas intervenções para “substituir” o cabelo que cair de novo? Abaixo explicamos porque é que este é um procedimento seguro e eficaz.

A qualidade da área doadora define o sucesso do transplante

O transplante capilar é um procedimento indolor, pouco invasivo e de grande precisão, realizado por profissionais especializados. Consiste na transferência de unidades foliculares de uma área doadora (occipital e lateral) para a parte frontal e superior/posterior da cabeça (a chamada coroa). Por outras palavras, transferimos unidades foliculares provenientes de uma zona onde estas não possuem informação genética que as predisponha à queda nem onde se veem afetadas pela ação negativa das hormonas. Estas são as duas causas fundamentais da alopecia androgénica.

Assim, este processo assegura que estas unidades, uma vez implantadas na zona afetada pela calvície, crescem normalmente e não voltam a cair. Da mesma forma, também a área doadora recupera em poucos dias, após a intervenção. Por este motivo, é importante definir as expectativas em torno do transplante de forma realista: se a área doadora tiver pouco cabelo, que além disso seja fino e claro, não será possível conseguir assegurar uma cobertura de boa densidade numa vasta zona alopécica. No entanto, a aparência global será sempre melhorada. Em suma, é sempre preferível repovoar uma área menor, mas com boa densidade, do que arriscar causar danos à área doadora. Se a densidade da área doadora for boa ou muito boa, o resultado final será excelente. Por vezes, se a área recetora for muito vasta e a área doadora de boa qualidade, poderá ser necessário mais do que um transplante para uma muito boa densidade final.

Recupere um cabelo saudável para sempre

O cabelo transplantado, uma vez concluído o pós-operatório, seguirá os seus ciclos de vida normais. Assim, cairá apenas após passar a fase telógena, e não de forma acelerada e definitiva, como acontece quando se sofre de alopecia, regressando à fase anágena — ou seja, a queda não é definitiva — e respeitando os ciclos de renovação capilar. Tenha presente que perdemos naturalmente entre 50 e 90 cabelos por dia, que pertencem aos apenas 10% da quantidade total de cabelo que temos em fase telógena. Assim, a maioria do cabelo encontra-se na fase anágena, ou de crescimento, que pode durar até 8 ou mais anos.

A técnica capilar FUE (Follicular Unit Extraction) que empregamos na Insparya é a mais avançada e a que oferece melhores resultados, uma vez que a intervenção é realizada cabelo a cabelo.

Após o transplante, é possível realizar tratamentos capilares para fortalecer e nutrir o cabelo, tanto da zona doadora como da recetora. A mesoterapia capilar (MesoHair), o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) e o laser de baixa frequência, sejam individualmente ou combinados, irão ajudar a que o consiga.

Se sofre de alopecia androgénica, o transplante capilar é a melhor opção para voltar a sentir-se atraente, jovem e com confiança em si. A Insparya é o melhor grupo clínico especializado em transplante capilar, onde desfrutará da atenção personalizada de uma equipa multidisciplinar com mais de 40.000 intervenções de experiência.